Os EUA atrasaram o relógio no domingo — e Nova York agora está 2 horas atrás de Brasília
O horário de verão americano terminou em 1º de novembro. O Brasil aboliu o seu em 2019, mas a diferença de fuso muda duas vezes por ano para quem fala com os EUA.
Em 30 segundos
- O horário de verão nos EUA terminou às 2h de domingo, 1º de novembro: os relógios voltaram para 1h.
- A regra é federal: começa no segundo domingo de março e termina no primeiro domingo de novembro.
- Havaí, quase todo o Arizona e territórios como Porto Rico não mudam o relógio.
Na madrugada de domingo, 1º de novembro, os americanos ganharam uma hora de sono. Às 2h, os relógios voltaram para 1h, e o país saiu do horário de verão — o daylight saving time — para o horário padrão. O apelido popular resume a regra: spring forward, fall back (adianta na primavera, atrasa no outono).
Regra nacional, com exceções
As datas valem desde 2007, fixadas pela Energy Policy Act de 2005: o horário de verão começa às 2h do segundo domingo de março e termina às 2h do primeiro domingo de novembro. Quem cuida do assunto não é o órgão de metrologia, o NIST, mas o Departamento de Transportes.
Nem todo mundo participa. O Havaí e quase todo o Arizona ficam no horário padrão o ano inteiro — a exceção, dentro do Arizona, é a Nação Navajo, que adianta o relógio. Porto Rico, Guam, Samoa Americana e as Ilhas Virgens também não mudam.
O efeito para quem está no Brasil
Como o Brasil não tem mais horário de verão, a mudança americana altera a diferença de fuso. Até o fim de outubro, Nova York estava 1 hora atrás de Brasília; desde domingo, são 2 horas. A conta volta a mudar em 14 de março de 2027, quando os EUA adiantam o relógio de novo.